Obras da Igreja

Obras da Igreja

1727 – Arrematada a obra por Manoel Francisco Lisboa, que “traçou” o risco da igreja 1732 – 01/09 – Toma posse, na Matriz, o novo Governador, o Conde de Galvêas. 1735 – 26/03 – Toma posse, na Matriz, o novo Governador, Gomes Freire de Andrade. 1738/39 – Manoel Francisco Lisboa recebeu 2 oitavas pelo feitio dos coros para música. 1745 – Uma das paredes ameaçava ruína, sendo reconstruída em pedra e cal, sendo contratado Manoel Francisco Lisboa. 1745/46 – Diversos pagamentos para telhas e janelas. 1753/54 – João de A. Fonseca recebe 15 oitavas e 3 quartos de soalho de pedra. 1755 – Prosseguem as obras. 1756 – Pagamento de novas obras inclusive telhas, para a Capela Mor. 1768/69 – Despesa com pinturas e obras. 1772 – Irmãos do Santíssimo solicitam ajuda ao Rei para assoalhar a Capela Mor. 1794 – Necessita reparos no frontispício, torres e escadas. 1854 – Conserto de torres, campas, rebocar e caiar as torres por dentro. 1868 – O Engenheiro da Província manda fechar a igreja por ameaçar ruína. O Santíssimo foi transferido para a Capela de São Francisco de Assis. O Governo auxiliou as obras de reconstrução com a quantia de 5.000$000. 1782 – Auxílio de 2.000$000 do Governo. 1855 – 18/04, Voltou o Santíssimo para a Matriz, em meio a festas. 1793 – Recomposta a escada.

Sacristia
1738 – As Irmandades de Nossa Senhora da Conceição, São Gonçalo e das Almas resolvem construir a sacristia, igual à que já havia construído a Irmandade do Santíssimo. Mestre de Obra Manoel Francisco Lisboa, contratado por 300 oitavas de ouro. 1739/40 – Manoel Francisco Lisboa executou o forro da sacristia e recebe 300 oitavas. 1752/53 – Antônio Rodrigues recebe ½ oitava de conserto do telhado da sacristia nova. 1854 – Caiação.

Arcaz
1733 – Recebeu Manoel Francisco Lisboa 200 oitavas do custo do “caixão”. 1753/54 – Ventura Alves Carneiro recebeu ¾ do conserto de jacarandá e 10 oitavas de jornais.

Supedâneo
1737 – Foi recomposto.

Sino
Em 1741/42 era pago o conserto do sino, pago a Manoel Francisco Lisboa.

Consistório
1752/53 – Ventura Alves Carneiro recebeu 50 oitavas de conserto. 1854 – Conserto do forro e soalho. 1937 – Refeito 80% do soalho sobre novo barrotamento.

Corredores
1767/68 – Antônio Pinto da Costa recebeu ¼ e 3 vinténs do conserto do corredor da sacristia. 1854 – Caiação dos corredores.

Altares
1746 – A Irmandade de Nossa Senhora do Terço contrata, com Manoel Gonçalves de Souza, por 500$000 o douramento do seu altar. 1760 – 26/03 – Contratada a obra de talha da Capela Mor com Felipe Vieira, pela Irmandade da Conceição. 1764/65 – Felipe Vieira recebe 35 oitavas e 1 vintém por conta da talha. 1767/68 – Pagamentos e conta da talha. 1768 – A talha da Capela Mor já estava pronta, necessitando de douramento. 1770/71 – Antônio de Carvalho recebe 7 oitavas ½ e 1 vintém do feitio da peanha da Senhora e pintura a peanha. 1772 – Irmãos do Santíssimo solicitam ao Rei ajuda para o douramento e pinturas da Capela Mor. 1792 – Brazílio Pereira da Silva recebeu 2 oitavas da pintura do nincho de N. Sra. da Conceição. 1937 – Reformada a sustentação o altar mor. Recomposta a mesa, retirada do óleo que estava coberta. 1949 – Restauração da pintura interna.

Arco do Cruzeiro
1937 – Foi “recomposta” a cantaria do arco do cruzeiro.

Pias de Água Benta
1937 – Foi retirado o óleo que recobria as duas pias.

Imaginária
No “santuário Mariano”, de Frei Agostinho de Santa Maria, editado em 1707/23, em Lisboa, vem citada a imagem de N. Sra. da Conceição para “peditório”. Gervásio Gonçalves recebeu ½ oitava de limpar e consertar três coroas da Virgem da Conceição.
Objetos e Mobiliário
1752/53 – Pantaleão da Costa Dantas recebeu 1 oitava pelo conserto de objeto de prata. 1741/42 – Francisco Antônio Lisboa recebeu ½ oitava pelo feito da credencia e José Martins recebia de pintar a credencia.

Sepultura
Segundo a tradição, na campana fronteira do altar de N. Sra. da boa Morte, está enterrado o Aleijadinho. Segundo o assento de óbitos está enterrado em “cova da boa morte”.

Vigário
Frei Vigário da Matriz o Padre José Joaquim de Menezes

Tombamento
IPHAN – Inscrição n°247 – Livro de Belas Artes fls. 43, em 08-09-39

Copiado do Código 244 – fls. 7, no Arquivo Histórico Ultramarino, em Lisboa.
Dr. Ivo Porto de Menezes

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